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Espetáculos culturais e atividades educativas fazem parte da programação da 9ª edição da Virada Sustentável, que acontece em São Paulo entre os dias 22 e 25 de agosto. O movimento é uma mobilização colaborativa que visa difundir e ampliar a informação sobre sustentabilidade na sociedade, utilizando a arte e atividades lúdicas como ferramentas. Este ano o Alana participa com uma programação especial, para crianças e suas famílias, que contará com oficinas, feira de trocas de brinquedos e exibições de filmes seguidos de debates.

No dia 25 de agosto, o Parque Prefeito Mário Covas recebe a Feira de Trocas de Brinquedos, das 14h às 17h. Para participar, as crianças só precisam levar brinquedos para trocar. A feira, iniciativa do programa Criança e Consumo, do Instituto Alana, é uma alternativa sustentável de lazer que envolve reflexões sobre consumismo, estimula colaboração, socialização e criatividade entre as crianças e ainda possibilita que elas deem novos significados aos seus brinquedos. (Saiba mais).

Também durante a programação da ‘Virada’, o Instituto Alana organiza no dia 23 de agosto, das 9h às 17h, no Espaço Alana, diversas atividades para as crianças e adultos da região. Entre elas estão oficinas de construção de brinquedos com materiais recicláveis, de terrário, de grafite, e de construção de um aquecedor de água solar. Também haverá uma mediação de leitura e distribuição de 80 kits “Saci e os Amigos da Natureza” da Cepar Cultural.

Nos dias 22 e 24 de agosto, os adultos poderão aproveitar a programação cultural, preparada pela Junglebee, produtora de realidade aumentada e realidade virtual, com a exibição de três filmes em VR: “Rio de Lama”, um retrato documental sobre o rompimento da barragem da Samarco em Mariana (MG); “Fogo na Floresta”, que retrata o povo indígena Waurá que vive no Parque do Xingu, e alerta para o problema das queimadas que acontecem devido ao desmatamento local e ao agravamento das mudanças climáticas; e, por fim, “Ocupação Mauá”, documentário de impacto que apresenta famílias sem-teto que habitam um prédio no centro de São Paulo, e que mostra o método de autogestão adotado para administração do edifício. Para saber os horários de exibição, clique aqui.

Ainda na programação audiovisual, o selo Believe Films da distribuidora Flow, apresenta, entre os dias 23 e 25 de agosto, filmes com narrativas que visam expandir a possibilidade e coragem de sonhar de cada um. As exibições serão seguidas de debates. Dia 23, às 17h, será exibido no Tendal da Lapa o filme “A Juíza” (Betsy West, Julie Cohen), que retrata a trajetória da juíza da Suprema Corte Americana, Ruth Bader Ginsburg que recebeu duas indicações ao Oscar e quatro indicações ao Emmy 2019.

No dia 24, às 18h30, é a vez do filme “Longe da Árvore” (Rachel Dretzin), baseado no livro homônimo do Andrew Solomon, o documentário fala sobre família por meio de um olhar corajoso na jornada de acolhimento e afeto das relações humanas. Por fim, no dia 25, às 17h, será exibido novamente o filme “A Juíza”. A exibição de ambos será no Museu da Imagem e Som.

Foto de Lygia Hortélio sentada em um banco, no meio da natureza.

No dia 20 de julho (sábado), às 11h, o Itaú Cultural, em parceria com Instituto Alana, inaugura a Ocupação Lydia Hortélio, em São Paulo. A mostra é um convite para  percorrer e recordar as singelezas, belezas e unanimidades que integram o humano. A exposição-instalação estará aberta para visitação até o dia 8 de setembro. 

Lydia, que nasceu em Salvador (Bahia) em 1932, defende a cultura da criança e a liberdade conquistada pelo ser humano, pequeno ou grande, que brinca e entoa cantigas. Na mostra será possível percorrer materiais do acervo da Lydia, além de depoimentos que montam sua trajetória como pesquisadora e educadora. O Instituto Alana também participa com atividades na programação paralela: 

22 a 28 de julho: a plataforma Videocamp realiza um play aberto do filme Tarja Branca, que ficará disponível na plataforma, online e gratuitamente. O longa, que conta com a participação de Lydia Hortélio, é um manifesto sobre a importância de continuar sustentando o espírito lúdico, que surge na infância, mas que é impelido pelo sistema a ser abandonado na vida adulta. Acesse aqui.

Ainda como parte da programação, o Videocamp reuniu também uma seleção de filmes que abordam a infância, a arte e o brincar, todos disponíveis para exibições públicas e gratuitas. Acesse aqui.

7 de agosto, das 19h às 21h30: Encontro: criança, música e cultura popular”. O programa Território Brincar exibirá o documentário Terreiros do Brincar, de Renata Meirelles e David Reeks. Na sequência, acontece um bate-papo com a diretora e o pesquisador e professor da Faculdade de Educação da USP, Marcos Ferreira.

21 de agosto, das 19h30 às 21h30: o Portal Lunetas organiza o encontro “Lunetas na Ocupação”, também na Sala Itaú Cultural, com o tema “Acalentar a infância”, sobre a importância dos acalantos na construção da identidade e de vínculos fortes e saudáveis na primeira infância. Participam da conversa Silvia Ambrosis, psicóloga e doutora em Letras pela USP, e Cristiane Velasco, educadora, contadora de histórias e escritora, com mediação de Ana Cláudia Leite, consultora da área de Educação do Instituto Alana.

A entrada em todas as atividades é gratuita. Para mais informações, acesse a página oficial da Ocupação.

Auditório com pessoas na plateia sentadas em cadeiras verdes, e no palco um telão e três palestrantes sentados de frente para a plateia.

Atualmente, é possível notar em diversas cidades brasileiras a desigualdade de acesso à natureza. Por isso, quando se pensa na relação entre criança e meio ambiente, é preciso considerar os múltiplos fatores que aproximam e distanciam, e entender que esse contato pode se estabelecer de diferentes maneiras. 

Para ampliar o diálogo sobre esse cenário, o programa Criança e Natureza, do Instituto Alana, em parceria com o Sesc realizaram o “Seminário Infâncias e Naturezas, um olhar para a diversidade social e ambiental”, nos dias 10 e 11 de junho, no Departamento Nacional do Sesc, no Rio de Janeiro. O encontro reuniu especialistas e educadores de todo o Brasil para instigar diálogos sobre a necessidade de maior interação das crianças com a natureza.

Pela primeira vez o seminário abriu espaço para apresentação de trabalhos, pesquisas e experiências que colocaram na prática o que foi discutido no seminário, além disso, também foram abordados temas como: as múltiplas infâncias; segurança no espaço público; a importância da experiência e a conexão da natureza e o cuidado com a terra” e também, ao longo dos dois dias de programação houve diversas oficinas para os participantes, como pipas, construção de bichinhos em madeira, produção de tintas à base de terra e pintura, confecção de comedouros artesanais para observação de aves, entre outras. 

Atividade realizada durante o "Seminário Infâncias e Naturezas, um olhar para a diversidade social e ambiental".
Atividade realizada durante o "Seminário Infâncias e Naturezas, um olhar para a diversidade social e ambiental".
"Seminário Infâncias e Naturezas, um olhar para a diversidade social e ambiental".
"Seminário Infâncias e Naturezas, um olhar para a diversidade social e ambiental".
"Seminário Infâncias e Naturezas, um olhar para a diversidade social e ambiental".
Laís Fleury no "Seminário Infâncias e Naturezas, um olhar para a diversidade social e ambiental".

 

 

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