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Ana Lucia Villela, cofundadora e presidente do Instituto Alana, é a 44ª membro, a 4ª mulher e a primeira a representar a América Latina e o Brasil no conselho de inovação da Fundação XPrize, ao lado de outros filantropos preocupados em buscar soluções para problemas globais relacionados a educação, saúde e meio ambiente.

Idealizada por Peter Diamandis, cofundador da Singularity University, a XPrize, organiza e gerencia competições para o desenvolvimento de tecnologias que apresentem resoluções para os principais desafios da humanidade. Entre eles, garantir educação de qualidade para crianças e adultos, o fornecimento de água potável e alimento para a população mundial.

Ana Lucia levará ao conselho um olhar sobre as questões da América Latina e terá a missão de aproximar os brasileiros das competições internacionais. Além dos temas relevantes relacionados à infância, e pautados pelo Alana, a forma como eles são colocados ao mundo, de maneira criativa e com alto impacto social, levou Ana ao conselho do XPrize.

“Nós inspiramos, conectamos, engajamos e comunicamos. E atingimos 100 milhões de pessoas com nossos filmes, 100 países, mudamos políticas públicas. É o tipo de coisa que a gente adora fazer aqui”, contou Ana Lucia em entrevista ao jornal Valor Econômico. No começo desse ano, Ana também entrou para o Conselho de Administração do Banco Itaú, do qual é acionista.

O Alana nasce no Jardim Pantanal, zona leste de São Paulo, em 1994 com atendimento direto aos moradores da comunidade. Ampliou sua atuação com um trabalho forte de advocacy e de comunicação, pautando na sociedade brasileira temas relevantes e urgentes relacionados aos direitos das crianças, como o consumismo infantil, a necessidade de uma educação transformadora e de jovens engajados em mudar suas realidades, a importância do brincar livre e do contato com a natureza.

Se soma a essa trajetória, a produção de conteúdos da Maria Farinha Filmes, que vem levando os temas do Alana no formato audiovisual para os quatro cantos do Brasil e do mundo. Com a plataforma Videocamp, que disponibiliza esses e tantos outros filmes para exibições públicas, as produções alcançam voos mais altos e os temas conquistam cada vez mais corações e mentes, provocando mudanças reais na garantia de condições para a vivência plena da infância.

Foto: Unsplash

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