Category: Notícias

O movimento global foi lançado na abertura do Rock in Rio 2017 e surge para ajudar a sociedade a acreditar em um futuro próspero e sustentável. 

O Believe.Earth nasce da necessidade de resgatar a crença das pessoas em um futuro melhor. O movimento procura mostrar que é possível transformar o mundo de maneira simples, amplificando iniciativas que já acontecem e inspirando milhões de pessoas para colocarem a mão na massa também.

“Precisamos que as pessoas acreditem que cada atitude conta e que este somatório fará toda a diferença. O Planeta tem urgência. Não dá para esperar mais. Sonhar é possível e a esperança transforma vidas hoje, agora”, conta Marcos Nisti, um dos idealizadores do movimento e CEO do Alana.

O movimento global foi lançado na abertura do Rock in Rio 2017, pela Gisele Bündchen, ativista de causas socioambientais. “Sonhos só se tornam realidade com perseverança, foco e dedicação. E eles ficam mais fortes quando sonhamos juntos”, disse ao mundo no festival de música.

A primeira iniciativa do Believe.Earth é um portal que reúne histórias de pessoas que já estão fazendo. O site será um espaço de boas notícias para inspirar e mostrar que é sim possível transformar e concretizar o sonho de um futuro melhor. Confira aqui algumas dessas histórias.

Além da presença virtual, o Believe.Earth fará parte também no dia a dia das pessoas, chamando atenção de forma inspiradora para que cada vez mais gente se junte a este movimento e se torne um believer.

Para fazer parte acesse o portal do Believe.Earth e fique ligado nas redes sociais:
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Publicação reúne experiências das primeiras 15 escolas reconhecidas pelo programa Escolas Transformadoras, correalizado pela Ashoka e pelo Alana.

Quais os percursos construídos pelas escolas para formar pessoas transformadoras e transformar a sociedade? A partir dessa narrativa construída por alunos, familiares e educadores, surge a edição do livro “O ser e o agir transformador – para mudar a conversa sobre educação”, do programa Escolas Transformadoras, correalizado pela Ashoka e pelo Alana, com o patrocínio do Instituto Jama.

A publicação apresenta práticas das 15 primeiras escolas reconhecidas pelo programa –, atualmente 18 fazem parte desta rede. Com relatos de experiências, histórias e entrevistas, o livro anuncia a possibilidade de construir novos horizontes por meio de esforços e atitudes que resultem na transformação efetiva da realidade pessoal e social. 

Com prefácio de Bill Drayton, CEO e fundador da Ashoka, a publicação está dividida em quatro capítulos. O 1º capítulo reúne a conversa inspiradora de quatro mulheres: Anamaria Schindler, diretora Ashoka América Latina; Ana Lucia Vilella, fundadora e presidente do Alana; Natacha Costa, da Associação Escola Cidade Aprendiz; e Ana Elisa Siqueira, da EMEF Amorim Lima. O 2º capítulo dá voz aos estudantes das escolas refletidas e abre espaço para convidados como Flavio Bassi, diretor de empatia e juventude da Ashoka na América Latina, e Mary Gordon, fundadora do Rootys of Empaty. O 3º capítulo apresenta os percursos e as histórias dessas 15 escolas, e o último revela os impactos de uma educação transformadora.

O livro está disponível na íntegra no site do Escolas Transformadoras em três línguas: português, espanhol inglês.

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Resgate cultural, música e diversão: o evento reuniu a comunidade do Jardim Pantanal em um dia movimentado e inspirador!

Para comemorar o Dia Nacional do Bumba Meu Boi, celebrado em 30 de junho, a Biblioteca Espaço Alana organizou no Jardim Pantanal, zona leste de São Paulo, a ‘Festa ao Boi Pantaneiro’, inspirada na obra de Luís da Câmara Cascudo, importante folclorista brasileiro.

A celebração, que aconteceu no dia 28 de junho, contou com um cortejo pelas ruas do bairro com o boneco do Boi Pantaneiro criado pela Biblioteca do Espaço Alana. Rodeado por crianças, jovens e idosos moradores da região, o Boi se encontrou com o Fogueira, boneco de Bumba Meu Boi do Núcleo Sociocultural Humaitá, que também participou do cortejo. O Humaitá é uma rede de coletivos que pesquisam, estudam e desenvolvem ações artísticas e culturais tendo como referência principal as culturas populares e tradicionais brasileiras.

Além da participação da comunidade do Jardim Pantanal, a Festa ao Boi Pantaneiro contou com a presença do Cordão Folclórico de Itaquera Sucatas Ambulantes, que tem como sede o Núcleo Sociocultural Humaitá, e da Banda Alana, que no dia recebeu o nome de ‘Orquestra Pantaneira’.

A Festa, que buscou resgatar a história e as relações culturais e de identidade presentes na tradição do Bumba Meu Boi, chegou até Daliana Cascudo, neta do folclorista que inspirou a realização do evento! Viva o Boi!

Festa ao Boi Pantaneiro no Jardim Pantanal. Foto: Márcia Duarte
Festa ao Boi Pantaneiro no Jardim Pantanal. Foto: Márcia Duarte
Festa ao Boi Pantaneiro no Jardim Pantanal. Foto: Márcia Duarte
Festa ao Boi Pantaneiro no Jardim Pantanal. Foto: Márcia Duarte