Author: luiza

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Sites e redes adotam recomendações que têm como objetivo tornar os conteúdos online mais acessíveis.

O Alana deu mais um passo para que a inclusão esteja presente em toda a organização. A consultoria Iguale – Comunicação de Acessibilidade ministrou um workshop de treinamento à equipe para a adequação do conteúdo web dos programas do Alana. Esta proposta parte da conscientização da responsabilidade de todos no processo de inclusão, presente na Lei Brasileira de Inclusão (LBI), de junho de 2015, a qual entende que as barreiras instituídas na sociedade impedem a participação plena e efetiva das pessoas com deficiência.

A mudanças também fazem parte de uma inquietação que acompanha os programas do Alana desde 2015, quando as equipes olharam para as próprias práticas inclusivas e identificaram que a inclusão deveria ser transversal a todas as áreas. Desde aquele momento, o tema está presente na estruturação de ações e nas reflexões sobre o que o Alana acredita e defende. E, agora, avança para o mundo online.

Com as adaptações dos conteúdos na internet, os sites Alana tornam-se acessíveis para que texto, imagem, foto e vídeo sejam reconhecidos por todo tipo de tecnologia assistiva, sendo um exemplo o aplicativo ‘leitor de tela’, que transforma as informações do site em áudio, e normalmente é utilizado por pessoas com deficiência visual. Já nas redes sociais, a implementação da hashtag #PraCegoVer é a opção de adaptação do conteúdo visual das postagens, como imagens, vídeos e GIFs. Este é só o começo de um longo e importante caminho que temos pela frente.

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Criança e Consumo comemora uma nova vitória no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Nesta terça-feira (25), por unanimidade, a 2ª Turma manteve a multa de mais de R$ 305 mil aplicada à Sadia pelo Procon-SP, em 2009, por conta da campanha ‘Mascotes Sadia’ que direcionava publicidade infantil às crianças e foi denunciada pelo Criança e Consumo em 2007.

O julgamento reafirma a decisão histórica de 10 de março de 2016, que, pelo mesmo motivo, condenou a empresa Pandurata, pela campanha ‘É hora de Shrek’. Ao analisarem a publicidade da Sadia e acompanharem o voto do ministro relator Herman Benjamin, os ministros reforçaram o entendimento do Tribunal da Cidadania para o tema.

A equipe Criança e Consumo agradece a quem, ao longo desses anos, vem contribuindo para essa história!

FotoFlickr/ Fa-Tima